O jornal "O Globo", de 14 de junho (domingo), traz reportagem com informações inverídicas a respeito da Petros, afirmando que há ingerência política na gestão. Ainda no domingo, a Fundação enviou carta ao jornal refutando as acusações, pois, infelizmente, conselheiros eleitos fazem acusações infundadas, sem qualquer embasamento real e que expõem negativamente a imagem da Petros.
Na carta, a Fundação nega qualquer ingerência externa na administração: “A Petros reafirma que as decisões se pautam exclusivamente por questões técnicas e legais e que nenhum agente estranho à estrutura interfere em sua gestão”.
Também foi ressaltado que pesquisas junto aos participantes, realizadas nos últimos anos, levantaram que cerca de 80% destes estão satisfeitos ou muito satisfeitos com a administração da entidade, que é exemplo de governança corporativa.
A Petros esclarece também sobre aporte da Petrobras, fruto de renegociação de regras do plano de Benefício Definido em que os beneficiários foram contemplados. Prova disto é que 73% aderiram, voluntária e individualmente, a esta renegociação de regras. Com isso, houve a conquista de melhorias no regulamento e um aporte de R$ 5,7 bilhões a ser efetuado pela Petrobras ao longo de 20 anos, sendo que 26% do valor já foram quitados em outubro/2008.
Estas mudanças procuraram, ainda, evitar futuros déficits para que não haja necessidade de aportes paritários de participantes e patrocinadoras, conforme determina a reforma da Constituição Federal em 1998.
Por fim, foi informado que as contas, além de auditadas pela Secretaria de Previdência Complementar, foram todas aprovadas por seu Conselho Deliberativo e não pelo Conselho Fiscal, conforme diz seu estatuto e de acordo com a Lei Complementar 108, de 2001.
Fonte: Portal Petros
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